Deusilusões ou a Destruição de Sodoma e Gomorra

 

Certo dia, três anjos especialistas, seres educados nas mais seletas hordas de Deus, desceram à Terra para falarem a Abraão a propósito de certo assunto, que não vem agora ao caso. Ao terminarem a conversa e depois de cumpridas as formalidades, levantaram-se e começaram a caminhar com os olhos postos em Sodoma. Abraão, que ia atrás deles, cumprindo as tradições locais de respeito e boa educação, uso esse, que incomodou profundamente os anjos em forma de homens, diga-se de passagem, começou a ficar desconfiado daqueles olhares penetrantes, como espadas afiadas, que os anjos lançavam ao horizonte, em direção à dita cidade. Deus, vendo isso, pois afinal ele era os anjos e os anjos eram ele, numa fusão impercetível aos olhos humanos, não teve outro remédio, senão pôr Abraão a par das suas mal disfarçadas intenções. Disse então o Senhor:

[Géneis 18 : 20, 21]

  • O clamor de Sodoma e de Gomorra, aumentou, e o seu pecado agravou-se extraordinariamente. Descerei, e verei se as suas obras correspondem ao clamor que chegou até mim; ou, se assim não é, para o saber.

A Abraão, que conhecia Deus de ginjeira, não passou despercebida a fria decisão, pois, arrepiaram-se-lhe os pelos do corpo, ao timbre subtil daquela voz cavernosa, e pensou que era o momento certo para usar a sua autoridade de patriarca, ora bolas, e chamar Deus à razão, pois, afinal, uma cidade é uma cidade, tem muita gente, uns maus e outros bons, também tem negócios, riquezas e muitas crianças, embora saibamos, por outros relatos, que estas últimas pouca importância têm para aquele deus. Veja-se o susto que ele pregou a Isaac, único filho do Abraão desta história, o assassínio dos meninos de Belém, massacre que ele poderia ter evitado, com um simples abrir e fechar de olhos, ou os milhares de crianças que morrem num só dia em África, nos dias de hoje, atrocidade que Deus poderia resolver com um leve estalar de dedos, isto, só para citar três acontecimentos.

Se bem o pensou melhor o fez, e lá começou com a lenga-lenga de feirante, que é como quem diz, a regatear com Deus a salvação de Sodoma e Gomorra. Revelaram-se ambos excelentes negociantes, mas Deus levou a melhor, acabando por arrematar Sodoma por dez homens justos, que ele, sendo um deus, e tudo sabendo, estava certo que, pelo seu modo de ver e legislação pessoal, vamos chamar-lhe assim, na ausência dum termo mais adequado às suas leis, nem um homem justo por lá encontraria. Da batota divina não se lembrou o bom Abraão e, satisfeito com o negócio e regozijando-se antecipadamente com tão fácil vitória, deu meia volta e foi descansar para o conforto do lar. Deus subiu aos céus, enfadado com o clima daquela terra e as negociatas fáceis, mas, no fundo, no fundo, satisfeito por ter enrolado mais um.

Ora, tempos houve, em que os que visitavam Sodoma e Gomorra, para fazer os seus negócios, ou a simples passeio lúdico, visto que, naquele tempo, a ida a banhos não ser ainda fonte de rendimentos e desperdícios, e o grande mar ficar a longa distância, embora o mar salgado ficasse à mão de semear, por assim dizer, encontravam nestas cidades, animadas e prósperas, circundadas por campos floridos e férteis, autênticos jardins de Eden, um bom sítio para se instalarem. Com o passar dos milénios, os verdejantes campos deram lugar a belos cristais de halite, mas, mesmo assim, aquele lugar inóspito e estéril, continuava a atrair os estrangeiros, para os seus escassos mas exuberantes oásis, como é o caso de Loth, sobrinho de Abraão, e da sua família. Não se sabe ao certo porque terá Loth escolhido tal região, pois, já no seu tempo, os sodomitas eram mal afamados, no que respeita às divinas regras da hospitalidade. Nem outra coisa era de esperar, pois de terra fértil e água potável, tinha aquele povo uns pontinhos aqui outros acolá, que mal chegavam para sustentarem a família, não podiam dar-se ao luxo de acolher estrangeiros garganeiros. Pode até supor-se que Deus não foi de todo imparcial e, com os seus cordelinhos divinos, terá conduzido Loth pelos o caminho do fogo e do enxofre e o seu tio Abraão, por caminhos mais inspiradores, pois, isso de todos serem filhos do Senhor tem as suas regras, e, desde Abel e Caim, sabemos que uns são mais filhos do que outros, ou mais tios que sobrinhos, pouco importa.

[Genesis 13 : 13]

Ora os homens de Sodoma eram péssimos, e grandes pecadores diante de Deus.

Não sabemos como nem porquê, se foi de repente, ou se levou o seu tempo, se foi um vírus ou uma praga, ou, talvez, o simples instinto de sobrevivência, o facto é que, o povo de Sodoma e Gomorra, como que enlouqueceu, começando a maltratar, e mais grave, a violar, todos os forasteiros varões que por lá apareciam.

Desconfia-se até, mas saber não sabemos, porque estes contos nunca são certos, tendo andado, como andaram, de boca em boca em boca, de cinzel em madeiras, pedras calcárias, graníticas e de outras qualidades conforme a região, de pena em papiros e pergaminhos, isto há mais de três mil anos, então, certeza, certeza, nunca poderia haver, pois quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto, assim como quem copia uma estória, seja por vaidade ou por excesso de imaginação, não resiste a tirar-lhe uma virgula daqui, acrescentar-lhe uma palavrinha ali, substituir uma ideia acolá, de modo que, estes relatos que lemos hoje, talvez sejam, tão só, uma mera miragem dos originais. Mas, retomando o fio à meada, desconfia-se até, que o relatado bíblico da loucura sanguinária e da lascívia, que acometeu aquele povo, tenham sido inspiradas na crueldade de Procrusto e, certamente, incrementada pelo espírito criativo dos narradores.

Não se sabe como, nem quando, mas consta que terá chegado às lendárias e inexistentes cidades de Sodoma e Gomorra, as arrepiantes lendas do sádico Procrusto, que podem ter, de algum modo, dado asas à imaginação daquele povo, já de si propenso a estranhas práticas e amaldiçoadas demências. E, embora a hipótese não tenha sido levantada, até é possível que, quem sabe, os sodomitas, tivessem apenas a defender a sua terra, de invasores que, tendo sido expulsos de outro sítio qualquer, estavam sedentos de uma terra a que chamassem de sua. Mas, seja como for, nada faz crer que, por Sodoma e Gomorra, houvessem muitas camas, iguais ou semelhantes à do grego de Eleusis, que afinal, secretamente, tinha duas, demonstrando uma enorme falta de fair play, mas, que se fala numa cama de Sodoma, ai isso fala, ainda restam por aí alguns escritos, que parecem apoiar esse dizer. E, as más línguas, aproveitando a ideia de cama, logo a associaram a práticas sexuais mais ousadas, brutais, ou mesmo anti naturais, nas mentes mais conservadoras e tacanhas. Resumindo, parece que os naturais de Sodoma, gostavam mesmo era de atazanar a vida aos forasteiros, desde que fossem homens, rapazes ou meninos. Às mulheres, parecem ter dado, neste assunto, o mesmo desprezo com que as votavam para todos os outros, desde que elas soubessem disfarçar a sua existência.

Mas, camas à parte, aquele povo, para além de primar pela falta de subtileza e finura, com que agraciava os estrangeiros, ainda era dotado de maléfica imaginação, que passava à prática sob a forma de torturas, e que, séculos mais tarde, viriam a inspirar milhares de seguidores do mesmo deus, a quem hoje chamam Deus. Conta-se no Midrash, que os sodomitas, que, como já vimos, tinham uma apetência especial em contrariar as leis divinas, desprezavam a caridade com todas as vísceras do seu corpo, incluindo o coração. Reza a lenda, que, certo dia passeava-se pela cidade uma das filhas de Loth. A ingénua rapariga, pensamos, mal instruída pela mãe, ao ver um mendigo esfomeado, condoeu-se e ofereceu-lhe um pão. Alguns guardas sodomitas que passavam, sim, porque nestes contos, um mártir não tem privacidade nenhuma, muito menos se for mulher, vendo a atitude da rapariga, logo ali lhe despiram as túnicas e véus, deixando-a nua, e, de seguida, besuntaram-na com mel. A multidão que assistia, gulosa, ainda pensou, que a rapariga melada, fosse para comer ao desbarato, ali mesmo, mas qual quê, as autoridades levaram a jovem para o alto das muralhas da cidade, e por ali a deixaram presa, para que fosse devorada pelas abelhas, e outros insetos apreciadores do delicioso néctar.

É um mistério, até à presente data, porque terá Loth continuado em Sodoma, após a morte atroz de sua filha, dado que, a sua descendência feminina era considerável, se terá sido porque as suas ovelhas, burras e camelas, se reproduziam mais e melhor naqueles ares, ou se outros negócios o prendiam, ou simplesmente, se as filhas passaram a disfarçar tão bem a sua existência, que ele se esquecera completamente que as tinha tido. O facto é que Loth continuou em Sodoma, sem que alguém o obrigasse, enquanto a sua inestimável riqueza aumentava. Um dia, porém, parece que terá recebido a visita de um servo de seu tio Abraão, que veio avisá-lo das intenções de Deus, no que respeita à destruição de Sodoma e Gomorra, mas este facto é tão certo, como todos os outros.

Num fim de tarde aprazível, saiu Loth a passear, pensando como seriam os escombros de Sodoma, se Deus a transformaria em sal para não destoar do resto da paisagem, ou se deixaria alguns toscos tijolos, para serem estudados mais tarde; talvez pensasse na crueldade dos sodomitas, ou, quem sabe, na contabilidade da pastorícia. Cansado, tanto das pernas como dos pensamentos, sentou-se numa pedra, às portas da cidade. Subitamente, ao longe, avistou dois homens e, imediatamente, alguma réstia de fé, ou um grande receio, os identificou. Eram anjos de Deus ou batedores de Abraão, para o caso é indiferente. Correu para eles, e, fosse o gesto de humildade, ou o simples medo de não ser salvo do caos que se avizinhava, prostrou-se por terra, e disse:

[Génesis 19 : 2]

  • Vinde, vos peço, senhores, para casa de vosso servo, e ficai nela; lavareis os vossos pés, e pela manhã, continuareis o vosso caminho.

  • Não – disseram eles – nós ficaremos na praça.

Mas Loth insistiu tanto, rogou com tamanha veemência que os homens, ou anjos, ou espiões, ou lá o que eram, anuíram e foram com ele. Depois de estarem acomodados e lavados, foram-lhes servidos pães ázimos e um banquete digno das papilas gustativas de Zeus, não se sabendo bem como conseguiram eles digerir os acepipes, pois que, a ira divina não tardaria a deixar Sodoma, e todos os seus habitantes, em pó. Somos levados a pensar, que os indivíduos eram mesmo anjos, visto que, só assim se compreende tamanha insensibilidade e indiferença aos martírios humanos. Mas, no meio daquelas delícias gastronómicas, não se deram conta, os que estavam dentro de casa, homens e anjos, que uma multidão se juntara do lado de fora, gritando pelos forasteiros, para que fossem levados ao povo, que ansiava dar-lhes as boas vindas à maneira local.

Loth, temendo por si, pelos seus rebanhos e pela família, saiu de casa, fechou a porta atrás de si e enfrentou o povo. Do alto do portado, pediu calma e silêncio, e, lembrando-se que ainda tinha duas filhas virgens, começou a negociá-las. No íntimo ficou Loth satisfeito, pois detestava desperdícios e, finalmente, as raparigas iriam servir para alguma coisa, louvado seja o Senhor, depois de tantos anos a alimentá-las e vesti-las, sem que daí nenhum lucro lhe saísse.

[Génesis 19 : 7, 8]

  • Não queirais, vos rogo, meus irmãos, não queirais fazer este mal. Tenho duas filhas, que ainda são virgens; eu vo-las trarei, e abusai delas como vos agradar, contando que não façais mal algum a estas homens; porque se acolheram à sombra do meu telhado.

Mas, como já se viu antes, este povo era completamente indiferente à hospitalidade que o povo de Abraão fazia questão de praticar, não fazendo, para os sodomitas, qualquer diferença, que os forasteiros se acolhessem debaixo do teto de Loth, ou debaixo duma ponte, se edifícios desses houvesse, em abundância, naquele tempo. O que eles queriam mesmo, eram expulsar das suas terras homens estrangeiros, e não filhas virgens por muito apetecíveis que fossem. Em suma, os salamaleques do povo escolhido não lhes interessava, pois não eram as vénias e reverências, que iriam garantir o pão para a boca dos filhos. Posto isto, não entraram em mais delongas e, logo ali, alegando que Loth tinha entrado na cidade como estrangeiro, o forçaram violentamente, pois, apesar da idade, ainda era um homem desempenado e cativante, e, ao mesmo tempo, tentaram arrombar a porta de sua casa.

Os hospedes de Loth, como já foi dito, eram o deus de Abraão, também conhecido por Senhor, ou por Deus, dois entre outros setenta e dois nomes diferentes, e estavam disfarçado de anjos, que, por sua vez, se mascararam de homens, numa sequência sublime e profusão de luzes e magia, capazes de fazer inveja ao David Copperfield. Ao ouvirem a algazarra, que, para além de incomodar os seus divinos ouvidos, lhes complicava com a digestão, abriram a porta da rua e puxaram Loth para dento de casa. Antes de fecharem a porta, ainda conseguiram rogar uma praga ao povo; então, todos os que se encontravam fora da casa de Loth, homens, rapazes e meninos, nesse instante, cegaram completamente, não conseguido encontrar a direção da tão desejada porta, nem qualquer outra direção. O Senhor aproveitou a confusão em que os sodomitas se encontravam e, encapotado na pele dos dois anjos, disse a Loth:

[Genesis 19 : 12, 13]

  • Tens aqui algum dos teus? Genro, ou filho, ou filhas, faze sair desta cidade todos os que te pertencem, porque nós vamos destruir este lugar, visto que o clamor aumentou diante do Senhor, o qual nos enviou para que os exterminemos.

Loth, que tinha amor àquela terra e, apesar das humilhações e barbárie que ele e a família sofreram por lá, ainda hesitou em deixar a sua casa. Os anjos, vendo que ele não se decidia, pegaram-lhe na mão e puseram-no a salvo fora da portas de Sodoma. Quando Loth já estava suficientemente longe do perigo iminente, fez o Senhor chover enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra e todo o país à sua volta. Nada restou. Nem uma ervinha verde, nem um tijolo deteriorado, nem um túmulo antigo, nem uma coluna de pedra, nem uma tíbia mal assada. Nada. Foi um trabalho tão bem feito que Deus ainda hoje se orgulha dele, nada absolutamente nada, restou destas, outrora, belas e animadas cidades.

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Sobre Luísa L.

Portuguesa, alentejana, apaixonada pelas artes e letras em todas as suas manifestações.
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16 respostas a Deusilusões ou a Destruição de Sodoma e Gomorra

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  2. Carol diz:

    Luisa..
    As escrituras mesmo que tendo sido escritas a milhares de anos..sempre são atuais..estamos caminhando a passos largos para a sodomização do mundo..mas a pergunta que fica.. é que grau de pecado aos olhos do Senhor alcançou aquele povo? E até onde iremos nos dias de hoje para que se cumpram as profecias?

    • Luísa L. diz:

      Olá Carol, boa tarde!

      Bem, isso não é bom, pois não? Parece significar que pouco aprendemos em 3000 anos, o que é lamentável, tanto para os que acreditam em profecias, como para os céticos como eu. Afinal a discriminação de raças, credos e orientação sexual é tão evidente hoje, como ontem.

      Muito obrigada pela tua presença e participação! 🙂

      • pedro cortes diz:

        bom dia cara luiza l.não exite discriminação no que falam de orientação sexual pois creio que nenhum pai ou mãi orienta seus filhos a tais práticas;entendido?

  3. Beth Muniz diz:

    Luisa,
    Vou ler, com calma e depois volto.
    Beijão.

  4. Augusto diz:

    Essa Carol tem problemas mentais.

    • Luísa L. diz:

      Olá Augusto, boa noite!

      Penso que não há necessidade de entrarmos em ofensas pessoais, pois este é um espaço democrático, onde todos podem debater o artigo e partilhar a sua opinião.

      Abraços!

  5. Valéria diz:

    OI minha amiga…. preciso parar e ler com calma em casa… depois eu volto pra comentar ok?
    Beijusssssssssssssssss

  6. Atena diz:

    Luisa:
    Valeu o dia, ri bastante.
    Menina, como você pegou a coisa de jeito… rsrs que criatividade!
    Essas estórias bíblicas do Antigo Testamento me dão vontade de gargalhar ou arrancar os cabelos.
    Falando sério, um ataque atômico não é nada agradável e ainda por cima o creditam ao Senhor. Se este senhor, deus ou Jeová é o Criador, eu sou mico de circo. rsrs
    Infelizmente acho que não estarei mais viva quando as pessoas, finalmente, tiverem um juizo crítico sobre as mesmas. Pra mim, o tal do Jeová é um ET, faz muito mais lógica e existem autores que também assim concluiram através de seus estudos de outros registros que não os bíblicos. Mas, quem viver, verá…..
    Excelente seu texto, merecia uma dramatização, devidamente filmada. rsrs
    beijos

    • Luísa L. diz:

      Atena, boa noite!

      Há uns meses atrás achei que havia uma enorme lacuna nos meus conhecimentos literários, que, por si só, não são nada de especial: nunca tinha lido a Bíblia! Então achei que era uma boa altura de o fazer. Comecei a ler, mas passei a bater mal, pois achei a história tão absurda que, para aligeirar a coisa, pensei fazer umas pesquisas e enriquecer os textos! 😀 😀

      A ideia do ET é excelente, vou aproveitar e usá-la noutra história, se me deres licença! 🙂

      Muito obrigada pela tua presença e comentário!

      Beijos.

  7. joselitobortolotto diz:

    Bem, terá sido realmente um grande trabalho …. afinal não devemos discutir os desígnios de Deus, ou não.

  8. Beth Muniz diz:

    Oi Luisa,
    Voltei!
    Fiz o meu trabalho de pesquisa e reflexão.
    Conclusão: não, não de fato não aprendemos nada nesses 3.000. E o que é pior: continuamos a reproduzir o pior de cada seguimento, com os mesmo requintes de crueldade, embasando as ações em doutrinas e teses religiosas intermináveis.

    Tudo em nome do “Pai” (filme), como costumam fazer os irlandeses, judeus (de Israel) e mulçumanos, no campo do institucional estatal.

    E os fanáticos religiosos “cristãos”, no campo da religião.
    Bela analogia, para tempos aparentemente distintos.

    E da nossa Sodoma atual, também nada restará se continuarmos aceitando tudo como produto de uma dádiva divida.
    Enfim, nem tíbias e nem Tebas.
    Beijo.

  9. Guilherme diz:

    Ver-se claramente não somente o descredito da palavra de Deus, mas também a certeza de que Ele não existe, neste blog e na maioria dos comentários. Quero chamar a atenção a um detalhe que com certeza tem-se passado de largo que é a existência de Jesus não só na bíblia mas nos livros de historia de todo o mundo que é notória uma marca mundial o nascimento de jesus, temos ac ou dc não tem como
    ignorar isso como fizeram os de sodoma e Gomorra, não está somente na bíblia, pensem nisso antes de falarem o que não conhecem o Senhor sabe de todas as coisas, se sem o incentivo de sodoma e gomorra estamos quase da mesma forma imaginemos. Que Deus tenha piedade de nós.
    Deus abençoe a todos.

Sirva-se de frutos, prove o hidromel e diga de sua justiça!

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